{"id":115736,"date":"2021-01-04T12:55:09","date_gmt":"2021-01-04T12:55:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.mundiplus.com\/codex-calixtinus\/"},"modified":"2021-01-04T12:55:09","modified_gmt":"2021-01-04T12:55:09","slug":"codex-calixtinus","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.mundiplus.com\/pt-pt\/blog\/codex-calixtinus\/","title":{"rendered":"Codex Calixtinus"},"content":{"rendered":"<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">O C\u00f3dice Calixtino ou Codex Calixtinus, tamb\u00e9m conhecido como \u201cLiber Sancti Iacobi\u201d.<\/span><\/p>\n<h2>QUEM ESCREVEU O CODEX CALIXTINUS?<\/h2>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Obra do s\u00e9culo XII, \u00e9 atribu\u00eddo ao Papa Calixto II, embora, provavelmente, n\u00e3o seja o autor do mesmo.<\/span><\/p>\n<h2>O QUE \u00c9 O C\u00d3DICE CALIXTINO?<\/h2>\n<p>Estamos perante o primeiro e mais importante guia do Caminho de Santiago, e de grande relev\u00e2ncia e import\u00e2ncia para o cristianismo.<\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Trata-se de uma compila\u00e7\u00e3o de v\u00e1rios manuscritos, de conte\u00fado heterog\u00e9neo e vari\u00e1vel, que foram redigidos entre os anos de 1120 e 1170, de forma independente. \u00c9 composto por 5 sec\u00e7\u00f5es ou livros e alguns ap\u00eandices musicais com um total de 225 p\u00e1ginas, que se guarda no Arquivo da <a href=\"https:\/\/www.mundiplus.com\/pt-pt\/blog\/catedral-de-santiago-de-compostela\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Catedral de Santiago de Compostela<\/a>. <\/span><span class=\"s1\"><strong>A vers\u00e3o final do C\u00f3dice foi realizada entre 1160 e 1170<\/strong>.<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">O c\u00f3dice \u00e9 inteiramente dedicado a glosar a devo\u00e7\u00e3o ao ap\u00f3stolo e \u00e0 peregrina\u00e7\u00e3o ao seu t\u00famulo desde o s\u00e9culo XII.<\/span><\/p>\n<h3>LIVRO I<\/h3>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">\u00c9 o mais extenso de todos os livros que comp\u00f5em o C\u00f3dice Calixtino e recolhe homilias e fragmentos relativos \u00e0 liturgia do Ap\u00f3stolo Santiago.<\/span><\/p>\n<h3>LIVRO II<\/h3>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Inclui 22 milagres atribu\u00eddos ou por intercess\u00e3o do Ap\u00f3stolo Santiago, realizados em diferentes regi\u00f5es da Europa, sendo o mais famoso deles o que ocorreu em Santo Domingo de la Calzada, no que conhecemos como o \u201c<a href=\"https:\/\/www.mundiplus.com\/pt-pt\/blog\/leyenda-de-santo-domingo-de-la-calzada\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Milagre do Galo e da Galinha<\/a>&#8220;<\/span><\/p>\n<h3>LIVRO III<\/h3>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">O Livro III narra a transla\u00e7\u00e3o do corpo do Ap\u00f3stolo, desde a Palestina at\u00e9 Santiago de Compostela, no ano 44 da nossa era, e a tradi\u00e7\u00e3o dos primeiros peregrinos de recolher vieiras, como s\u00edmbolo da sua peregrina\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<h3>LIVRO IV<\/h3>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Tamb\u00e9m conhecido como \u201cTurp\u00edn\u201d ou \u201cPseudo Turp\u00edn\u201d, por ter sido atribu\u00eddo ao Arcebispo de Reims, ou \u201clenda de Carlomagno\u201d, por ter o Ap\u00f3stolo aparecido ao imperador germ\u00e2nico, para que libertasse o seu t\u00famulo dos mu\u00e7ulmanos.<\/span><\/p>\n<p><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-13373\" src=\"https:\/\/www.mundiplus.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Camino-de-santiago-origen-300x169.jpg\" alt=\"Peregrina\u00e7\u00f5es ao Caminho de Santiago\" width=\"300\" height=\"169\" \/><\/p>\n<h3>LIVRO V &#8211; PRIMEIRO GUIA DO PEREGRINO<\/h3>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">\u201c<strong><span style=\"color: #000000;\">Guia da Peregrina\u00e7\u00e3o<\/span><\/strong>\u201d, ou \u201cLiber Peregrinationis\u201d, <strong>o mais famoso de todos os livros do C\u00f3dice Calixtino<\/strong>, por ser a \u201cprimeira guia do peregrino\u201d e de toda a Europa, <strong>redigido com quase toda a probabilidade, pelo cl\u00e9rigo franc\u00eas Aymeric Picaud, no ano de 1139<\/strong>. <\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Aymeric, al\u00e9m de redator deste livro, \u00e9 muito prov\u00e1vel que tenha sido o respons\u00e1vel por compilar toda a obra, da qual passamos a fazer uma descri\u00e7\u00e3o detalhada:<\/span><\/p>\n<h4><strong>CAP\u00cdTULO I<\/strong><\/h4>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">No Cap\u00edtulo I, s\u00e3o descritos os \u201c<strong>quatro itiner\u00e1rios desde a Fran\u00e7a at\u00e9 Santiago de Compostela<\/strong>\u201d, sendo que tr\u00eas deles convergem em Roncesvalles e o quarto entra em Espanha pelo porto de Somport, unindo-se na localidade navarra de Puente la Reina, com os <a href=\"https:\/\/www.mundiplus.com\/pt-pt\/caminos\/a-pie\/camino-frances\/roncesvalles-logrono\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">itiner\u00e1rios provenientes de Roncesvalles<\/a>, para convergir em um \u00fanico caminho at\u00e9 Santiago de Compostela. Atualmente, <a href=\"https:\/\/www.mundiplus.com\/pt-pt\/caminos\/a-pie\/camino-frances\/camino-de-santiago-desde-sarria\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">fazer o Caminho de Santiago desde Sarria<\/a> tornou-se a op\u00e7\u00e3o mais comum, com um percurso de 111 km sendo o trajeto mais curto para chegar \u00e0 Catedral de Santiago, com etapas bastante planas, e ao mesmo tempo obter o Certificado da Compostela.<\/span><\/p>\n<h4>CAP\u00cdTULO II<\/h4>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">S\u00e3o detalhadas as \u201c13 <strong>jornadas de marcha<\/strong>\u201d, desde Saint Michel, nas proximidades do Porto de Cize, at\u00e9 Santiago, algumas rotas a p\u00e9 do <a href=\"https:\/\/www.mundiplus.com\/pt-pt\/caminos\/a-pie\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Caminho de Santiago a p\u00e9<\/a> e outras a cavalo. No medievo e na Idade Moderna era muito importante ser um bom peregrino, convidamo-lo a conhecer o nosso <a href=\"https:\/\/www.mundiplus.com\/pt-pt\/blog\/manual-de-buenas-practicas-del-camino-de-santiago\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Manual do Bom Peregrino<\/a>.<\/span><\/p>\n<h4><strong>CAP\u00cdTULO III<\/strong><\/h4>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">S\u00e3o mencionadas, sequencialmente, todas as <strong>cidades e vilas do Caminho<\/strong>, deixando notas do autor sobre as suas caracter\u00edsticas mais importantes, assim como uma rela\u00e7\u00e3o de alguns dos <a href=\"https:\/\/www.mundiplus.com\/pt-pt\/blog\/puentes-del-camino-frances\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">ponte<\/a> e rios mais significativos. O autor aponta que a rela\u00e7\u00e3o detalhada de todas as localidades \u00e9 feita para \u201cque os peregrinos se preocupem em providenciar os custos da viagem, quando partirem para Santiago\u201d<\/span><\/p>\n<h4>CAP\u00cdTULO IV<\/h4>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Refere-se aos \u201c<a href=\"https:\/\/www.mundiplus.com\/pt-pt\/blog\/hospitales-de-peregrinos-en-el-camino-de-santiago\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">tr\u00eas hospitais de peregrinos do mundo<\/a>\u201d, criados para assist\u00eancia, alojamento, alimenta\u00e7\u00e3o e al\u00edvio dos peregrinos que realizavam as diferentes peregrina\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas: Roma, com o \u201cHospital de Mont Joux\u201d, situado aos p\u00e9s dos Alpes, fundado por S\u00e3o Bernardo; Jerusal\u00e9m, com o \u201cHospital de Jerusal\u00e9m\u201d e o \u201cHospital de Santa Cristina\u201d, situado no Porto de Somport ou Summo Portu, para os peregrinos que se dirigiam a Santiago de Compostela.<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-21148\" src=\"https:\/\/www.mundiplus.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/Codex-Calixtinus-300x197.jpg\" alt=\"Codex Calixtinus\" width=\"300\" height=\"197\" \/><\/p>\n<h4><strong>CAP\u00cdTULO V<\/strong><\/h4>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">S\u00e3o citados os <strong>nomes de alguns dos restauradores e impulsionadores do Caminho de Santiago<\/strong> (reis, imperadores, papas, etc.), que favoreceram a peregrina\u00e7\u00e3o das pessoas que se dirigiam a visitar o <a href=\"https:\/\/www.mundiplus.com\/pt-pt\/blog\/la-tumba-del-apostol-santiago-y-sus-origenes\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">t\u00famulo do Ap\u00f3stolo<\/a>.<\/span><\/p>\n<h4><strong>CAP\u00cdTULO VI<\/strong><\/h4>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">S\u00e3o abordados os \u201c<strong>rios bons e maus no Caminho<\/strong>\u201d, desde os portos de Cize e Somport at\u00e9 Santiago, entre os quais figuram, para citar alguns deles:<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">O rio Salado que passa pelo lugar chamado Lorca, \u201ccuidado para n\u00e3o beber nele, nem tu nem o teu cavalo, pois \u00e9 um rio mortal\u201d<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">O rio Ega, que passa por Estella \u201cde \u00e1gua doce, saud\u00e1vel e extraordin\u00e1ria\u201d<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">O rio Ebro, que passa por Logro\u00f1o &#8220;de \u00e1gua saud\u00e1vel e rica em peixes&#8221;<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Os rios de \u00e1gua doce e saud\u00e1vel para beber, que v\u00e3o desde o Pisuerga, que passa por Itero, at\u00e9 o rio Sar, que corre entre o Monte do Gozo e Santiago de Compostela existem, com a curiosidade do chamado <strong>Lavacolla<\/strong>, porque \u201cem um local frondoso por onde passa, a duas milhas de Santiago, os peregrinos de nacionalidade francesa que se dirigiam a Santiago, tiravam a roupa e, por amor ao Ap\u00f3stolo, costumavam lavar n\u00e3o s\u00f3 as suas partes, mas a sujidade de todo o corpo\u201d.<\/span><\/p>\n<div class=\"mp-box mp-box--check\">\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Aymeric Picaud fez esta extensa descri\u00e7\u00e3o para que \u201cos peregrinos que v\u00e3o a Santiago tratem de evitar beber nos rios que s\u00e3o mortais e possam escolher os saud\u00e1veis para si e para as suas montadas\u201d<\/span><\/p>\n<\/div>\n<h4><strong>CAP\u00cdTULO VII<\/strong><\/h4>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Reflete \u201cos <strong>nomes das regi\u00f5es e caracter\u00edsticas das gentes<\/strong> que se encontram ao longo do Caminho de Santiago\u201d. Este cap\u00edtulo \u00e9 muito preciso e detalhado, relatando as peculiaridades, a idiossincrasia e as formas de vida dos diferentes habitantes de cada uma das zonas, vilas ou aldeias que os peregrinos percorrem at\u00e9 chegar a Santiago de Compostela, assim como os costumes, alimentos, cultivos, etc., mais relevantes, e as precau\u00e7\u00f5es que se devem ter em conta, em cada uma delas, quando as percorremos.<\/span><\/p>\n<h4><strong>CAP\u00cdTULO VIII<\/strong><\/h4>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Detalha, com todos os luxos de pormenor, os <strong>Corpos dos santos que descansam no Caminho de Santiago<\/strong> e que devem ser visitados pelos peregrinos, assim como as vicissitudes da sua vida e morte, milagres e sepulturas.<\/span><\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-medium wp-image-13375\" src=\"https:\/\/www.mundiplus.com\/wp-content\/uploads\/2024\/04\/peregrinar-santiago-de-compostela-300x169.jpg\" alt=\"peregrinar ao caminho de santiago\" width=\"300\" height=\"169\" \/><\/p>\n<h4><strong>CAP\u00cdTULO IX<\/strong><\/h4>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Descreve as caracter\u00edsticas da cidade de Santiago de Compostela e da sua catedral. Cita-se que \u201ca cidade de Compostela est\u00e1 situada entre dois rios chamados Sar e Sarela\u201d, al\u00e9m dos nomes das portas que d\u00e3o acesso \u00e0 cidade.<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Tamb\u00e9m se cita o n\u00famero de igrejas da cidade (10), entre as quais &#8220;situada no centro, resplandece gloriosa como a mais importante, a do glorios\u00edssimo Ap\u00f3stolo Santiago, o filho de Zebedeu\u201d.<\/span><\/p>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Em seguida, \u00e9 descrita, com muito detalhe, a bas\u00edlica de Santiago, tanto interiormente como exteriormente.<\/span><\/p>\n<h4><strong>CAP\u00cdTULO X<\/strong><\/h4>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Cita-se \u201co n\u00famero de can\u00f3nicos de Santiago\u201d<\/span><\/p>\n<h4><strong>CAP\u00cdTULO XI<\/strong><\/h4>\n<p class=\"p2\"><span class=\"s1\">Fala-nos \u201cda rece\u00e7\u00e3o que deve ser dada aos peregrinos de Santiago\u201d, citando textualmente: &#8220;Todos devem receber com caridade e respeito os peregrinos, ricos ou pobres\u2026..pois todo o que os recebe e hospeda com esmero, ter\u00e1 como h\u00f3spede, n\u00e3o s\u00f3 a Santiago, mas tamb\u00e9m o pr\u00f3prio Senhor\u2026\u2026\u201d<\/span><\/p>\n<div class=\"mp-box mp-box--check\">\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">O C\u00f3dice Calixtino foi um eficaz instrumento de propaganda do primeiro Arcebispo de Santiago, Diego de Gelm\u00edrez, que o utilizou para impulsionar o Caminho de Santiago e, por conseguinte, elevar o prest\u00edgio da cidade de Santiago de Compostela, sendo considerado a personagem mais importante da peregrina\u00e7\u00e3o jacobeia. Nos tempos antigos, os peregrinos alojavam-se onde podiam, chegando at\u00e9 a dormir na rua. Os peregrinos viajavam com um or\u00e7amento muito limitado e com poucas posses. Hoje em dia, tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel fazer um <a href=\"https:\/\/www.mundiplus.com\/pt-pt\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Caminho de Santiago organizado e barato<\/a> com a Viajes Mundiplus.<\/span><\/p>\n<\/div>\n<h2>ROUBO DO C\u00d3DICE CALIXTINO<\/h2>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Como fato curioso, na quarta-feira, 11 de junho de 2011, ocorreu o roubo do C\u00f3dice Calixtino, enquanto se encontrava guardado no cofre do Arquivo da Catedral, evidenciando a inseguran\u00e7a na sua cust\u00f3dia.<\/span><\/p>\n<p class=\"p1\"><span class=\"s1\">Ap\u00f3s um ano de investiga\u00e7\u00f5es, foi detido o autor do roubo, um eletricista que havia trabalhado na manuten\u00e7\u00e3o da Catedral durante 25 anos. Por sorte, o C\u00f3dice foi encontrado em boas condi\u00e7\u00f5es e, para alegria de todos, voltou ao seu lugar, na <a href=\"http:\/\/catedraldesantiago.es\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener noreferrer\">Catedral de Santiago<\/a>.<\/span><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O C\u00f3dice Calixtino ou Codex Calixtinus, tamb\u00e9m conhecido como \u201cLiber Sancti Iacobi\u201d. QUEM ESCREVEU O CODEX CALIXTINUS? Obra do s\u00e9culo XII, \u00e9 atribu\u00eddo ao Papa Calixto II, embora, provavelmente, n\u00e3o seja o autor do mesmo. O QUE \u00c9 O C\u00d3DICE CALIXTINO? 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